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Moradores de Francisco Morato se preocupam com possível aumento de casos de COVID-19

Moradores se queixam da demora no atendimento, além da precupação de novos casos de COVID-19

Moradores de Francisco Morato enfrentaram longo tempo de espera para serem atendidos na UPA 24h do município.
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Desde a última semana, moradores de Francisco Morato tem enfrentado um longo tempo de espera para serem atendidos na UPA 24h do município, além disso, moradores tem se preocupado com um possível auemnto de casos de COVID-19 em Francisco Morato. Danilo Rocha, morador de Francisco Morato, havia chegado para ser atendido na última segunda-feira (07), por volta do meio-dia, ele decidiu ir embora por volta das 18:20 sem ter recebido atendimento médico. Ainda de acordo com ele, era o terceiro dia de tentativa para ser atendido sem sucesso na unidade Danilo ainda relatou ao Cidade Repórter que muitas pessoas estavam sendo testadas positivo para a COVID-19 na unidade médica.
“Hoje é o terceiro dia que venho para ser atendido e a demora esta ultrapassando 6 horas, pessoas muito doentes e testado positivo com Covid”, afirmou o morador.
A Prefeitura de Francisco Morato, informou ao Cidade Repórter que o tempo de espera no atendimento não está atrelado há um possível aumento de casos de COVID-19 na cidade.
“O Serviço de Assistência Médica informa que a UPA trabalha com o protocolo de classificação de risco, conforme informado na recepção. Nos casos classificados como fora de risco (identificado pela cor azul) na triagem, pode sim haver a espera, vai depender da demanda do dia. Se chegar algum caso de maior urgência, mesmo chegando depois, serão atendidos prioritariamente.”
A prefeitura de Francisco Morato se coloca a disposição da população, caso alguém tenha alguma dúvida sobre a forma de atendimento nas unidades.
O crescimento de casos de Covid no Brasil já começa a refletir na alta de internações em leitos de UTI no estado de São Paulo e na explosão da taxa de positividade dos testes da rede privada, passando de 3%, no início de outubro, para mais de 23% até o dia 4 de novembro (um aumento de 524%).

Aliado a isso, a chegada de uma subvariante da ômicron, a BQ.1, algo que era esperado pelos especialistas, tem causado preocupação, especialmente por sua capacidade maior de escapar dos anticorpos.