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Justiça decreta sequestro de bens e imóveis de Geraldo Alckmin.

Primeira Zona Eleitoral de São Paulo também autorizou a ação para bens ligados a Marcos Antônio Monteiro e Sebastião Eduardo Alves de Castro.

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A 1ª Zona Eleitoral de São Paulo decretou nesta quarta-feira (5) o sequestro de bens e imóveis de até R$ 11,3 milhões relacionados ao ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, do ex- tesoureiro  da campanha, Marcos Antônio Monteiro e Sebastião Eduardo Alves de Castro, ex-asssessor da Secretaria de Planejamento do mandato do ex-governador.

A PF (Polícia Federal), que fez o pedido para para a Justiça,  afirma que os valores foram sequestrados para ressarcir os prejuízos gerados por crime de corrupção passiva.

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Em nota, o diretório do PSDB de São Paulo afirmou que a decisão judicial vaia comprovar idoneidade de Alckmin.

Leia a nota na íntegra:

“O pedido de bloqueio de bens de Geraldo Alckmin demonstrará, ao final, a idoneidade do ex-governador que, tendo sido quatro vezes governador do maior estado do paí,  mantém patrimônio e padrão de vida modestos. O PSDB de São Paulo reitera sua confiança em Alckmin, cuja conduta no exercício dos diversos cargos ocupados em seus mais de 40 anos de vida pública sempre foi pautada pela ética e pelo respeito à lei e o dinheiro público. Marco Vinholi – Diretório PSDB SP”.

Os outros citados ainda não se pronunciaram a respeito do sequestro de bens e imóveis.

 

Denúncia contra Alckmin

No final de julho, Alckmin foi denunciado por falsidade ideológica eleitoral, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

De acordo com a denúncia, Alckmin recebeu R$ 2 milhões em espécie do conglomerado Odebrecht na campanha ao Palácio dos Bandeirantes em 2010 e R$ 9,3 milhões quando disputou a reeleição, em 2014.