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“Estação de lata” em Francisco Morato completa sete anos amanhã

"Estação de Lata" em Francisco Morato
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Uma das maiores queixas da população moratense, amanhã (07 de novembro) completa mais um ano, estamos falando da estação “provisória” de trens da CPTM de Francisco Morato. Que é motivo de indignação e revolta para a população, desde novembro de 2010 diversas pessoas diariamente convivem com uma estação improvisada para acessar os trens da Linha 7 – Rubi.

Já os problemas da “estação de lata” são muitos, passagens apertadas nos horários de pico e para chegar na plataforma é preciso cruzar a linha do trem, uma dificuldade para deficientes físicos, ou passar pelas escadas como alternativa. Além de apenas uma plataforma para quem vai ou volta para a Estação da Luz ou Jundiaí.  A estação antiga, que contava com mais plataformas, ainda existe, mas está toda destruída em sua grande parte.

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Estrutura provisória funciona desde 2010

A CPTM alega que houve problemas por parte da vencedora da licitação para a construção do novo espaço na época. A empresa Heleno & Fonseca entrou com ação judicial contra a CPTM. A obra foi paralisada pela Justiça em 2014 a pedido da construtora. O processo judicial foi extinto em outubro também de 2014, mas a CPTM só organizou edital em abril de 2016.

“A nova estação terá plataformas amplas e cobertas, elevadores, escadas rolantes, sistema de orientação visual para os usuários e padronização arquitetônica, de acordo com as novas estações da CPTM, além de contemplar todos os itens de acessibilidade. As obras de reconstrução da estação beneficiarão os moradores da zona noroeste da Região Metropolitana de São Paulo, onde embarcam com destino a Jundiaí e a cidade de São Paulo. Diariamente, a estação Francisco Morato atende cerca de 34 mil passageiros. A Linha 7-Rubi (Luz – Francisco Morato – Jundiaí) atende cerca de 430 mil passageiros por dia e contempla sete municípios, entre eles Caieiras, Franco da Rocha e Campo Limpo Paulista.” – diz a CPTM, em nota.

Após a assinatura do contrato, a obra deve ser concluída em aproximadamente 30 meses, o que vai ser entre o final de 2018 e início de 2019.

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