Mairiporã está entre os municípios que receberão, em janeiro de 2026, mais uma etapa do Programa Pro Pet SP, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo voltada à castração gratuita de cães e gatos. Na cidade, os atendimentos estão programados para os dias 15 e 16 de janeiro.
A ação integra o cronograma do programa na Região Metropolitana de São Paulo e ocorrerá entre os dias 15 e 22 de janeiro, contemplando cinco municípios. Além de Mairiporã, também serão atendidas Arujá (17 e 18/1), Guararema (19/1), Salesópolis (20/1) e Juquitiba (22/1). As datas, no entanto, podem ser ajustadas conforme tratativas com as administrações municipais.
Coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), o Pro Pet SP tem como foco ampliar as políticas públicas de controle populacional e proteção animal, levando os serviços diretamente às cidades. O programa teve início em dezembro de 2025, com ações em Indaiatuba, Cabreúva e Campinas, onde foram realizados 874 procedimentos gratuitos.
Além da RMSP, o programa também está em execução neste mês em municípios da região de Campinas, como Piracicaba, Bragança Paulista, Brotas, São Pedro, Campo Limpo Paulista, Piracaia e Águas de São Pedro, fortalecendo a atuação regional integrada.
Lançado oficialmente no dia 9 de dezembro de 2025, no Palácio dos Bandeirantes, o Pro Pet SP é considerado uma iniciativa inédita no estado. A meta é alcançar 52.850 castrações gratuitas até julho de 2026, beneficiando 256 municípios paulistas, com investimento estimado em R$ 10,5 milhões.
De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, o programa representa um avanço importante na política de bem-estar animal. Segundo ela, a atuação direta do Estado permite maior agilidade no atendimento às demandas locais e amplia o alcance das ações de cuidado com os animais.
Os procedimentos são realizados em ônibus adaptados e equipados para cirurgias, seguindo critérios técnicos e operacionais definidos pelo Governo do Estado, garantindo segurança e qualidade. A seleção dos municípios atendidos considerou fatores como demanda reprimida, tamanho da população, presença de Unidades de Conservação e a existência de estruturas municipais voltadas à proteção animal.





