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PMs vão reforçar segurança nas estações da CPTM a partir de janeiro

A Companhia contará com o apoio dos policiais em casos de ocorrência nos trens e plataformas a partir de Janeiro

A Secretaria dos Transportes Metropolitanos, por meio da CPTM, e a Secretaria da Segurança Pública, por meio da Polícia Militar, celebraram um convênio para reforçar a segurança nas linhas da Companhia, garantindo aos passageiros uma viagem mais tranquila. Serão 445 vagas da DEJEM (Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar) com previsão para que entre em operação em janeiro.

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“Essa parceria garantirá o acionamento imediato da Polícia Militar em qualquer tipo de crime nas estações. Assim, teremos soluções mais rápidas para ocorrências e inibição de novos crimes. Todos irão sair ganhando, especialmente os passageiros”, explica Alexandre Baldy, secretário dos Transportes Metropolitanos.

Diariamente, os policiais farão ronda em todas as estações da Companhia e poderão ser acionados para atuar em ocorrências nas plataformas e dentro do trem em casos que envolvam, por exemplo, crimes de furtos, roubos, assédio sexual e venda de bilhete ilegal. Também poderão combater todos os demais crimes previstos em leis estaduais e no Código Penal.

A fiscalização do comércio irregular continua sendo tarefa da equipe de segurança da CPTM que, ao flagrar a prática, apreende a mercadoria e retira o ambulante do sistema. A Companhia poderá solicitar a presença da PM em caso de confronto para garantir a segurança dos envolvidos e dos passageiros.

Para o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcelo Vieira Salles, a atuação dos policiais se dará dentro da sua competência legal de prevenir e reprimir, quando necessário, as infrações da ordem pública. “É uma ação em que todos ganham: o Estado, pela maior ação de presença policial; a CPTM, que amplia sua capacidade de fiscalização e, consequentemente, a qualidade do serviço oferecido ao usuário; a Polícia Militar, pois previne a ocorrência de ilícitos que podem onerar as estatísticas criminais, além de propiciar ao policial militar o exercício de uma atividade regulamentar para a complementação de renda; e, principalmente, o cidadão, usuário do sistema, que poderá fazer suas viagens num ambiente mais seguro e tranquilo”.

O convênio tem duração de dois anos, podendo ser prorrogado por até 5 anos, e a remuneração aos policiais será arcada pela CPTM. Os policiais militares irão reforçar a segurança do sistema mediante DEJEM, nos termos do Decreto estadual nº 59.215, de 21 de maio de 2013, e da Lei Complementar nº 1.227, de 19 de dezembro de 2013 e suas alterações, bem como do Regulamento de Licitações e Contratos da CPTM.

“O convênio é uma estratégia eficaz para mitigação de ocorrências criminais praticadas dentro do sistema ferroviário, garantindo a segurança do passageiro e dos nossos colaboradores que atuam diariamente nas estações”, conclui o presidente da CPTM, Pedro Moro.

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